Carta ao Amigo da Evangelização


 

                                                                                                               

Novembro de 2019.

 

Querido amigos da evangelização, louvamos e agradecemos a Deus por tantas graças e bênçãos derramadas sobre nós durante todo esse período. Ainda ouviremos muitos testemunhos da misericórdia e da bondade de Deus.

É amados e amadas do senhor Jesus, o mês de outubro já se foi e novembro é o mês propício para refletirmos sobre a “santidade” como uma vocação à qual todos nós somos chamados.

A oração transfigura, a oração transcende, a oração muda, a oração converte, a oração verdadeira nos impulsiona.

Muitas vezes, nossas orações não estão sendo qualificativas. Nós estamos sendo mecânicos, ritualistas, cumpridores e observadores, mas não estamos deixando nos tocar por Deus. Está sendo um caminho de ida, mas não há o caminho de volta. Não porque Deus não quer, porque não deixamos, nós não O escutamos.

Na mesma proporção que nos dedicamos a cuidarmos do corpo, devemos nos dedicar a cuidar do espírito. Se, na mesma proporção, buscamos manter a sobrevivência do corpo, buscássemos manter a sobrevivência da alma não seríamos tão doentes espiritualmente, desnutridos, desesperados e desgastados. Por isso, insisto tanto na disciplina, no reservar um momento para a intimidade com Deus.

Muitos tem nos perguntado: e quando a oração não é atendida? Como saber o que está errado? A oração é um combate e nós devemos lutar contra tudo aquilo que nos faz desanimar.

Como a sensação de fracasso, ressentimento, decepção, de não termos sido atendidos. Chamamos a atenção para o que diz, um dos Padres do Deserto: “Não te aflijas quando não receberes imediatamente de Deus, o objeto de teu pedido: é que Ele quer fazer-te ainda maior bem, por tua perseverança em permanecer com Ele na oração” (Evágrio Pôntico), “Ele quer que nosso desejo seja provado na oração. Assim Ele nos prepara para receber aquilo que Ele está pronto a nos dar” (Santo Agostinho).

Esses pensamentos dizem para não nos desesperarmos, a demora de Deus é uma provação da oração, nos prepara para a graça que vamos receber. Essa é a prática de esperar em Deus e a oração é uma espera em Deus que requer recolhimento. A meditação nos ajuda neste contexto de sempre voltarmos o pensamento para Deus e aumentar a esperança, sem cairmos em desespero.

E aqui deixamos mais um grande Santo de nossa Igreja, Santo Afonso de Ligório: “É preciso que nos convençamos de que da oração depende todo o nosso bem. Da oração depende a nossa mudança de vida, o vencer das tentações; dela depende conseguirmos o amor de Deus, a perfeição, a perseverança e a salvação eterna”.

Deus abençoe imensamente sua vida,

 

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Que Nossa Senhora abençoe a todos os nossos amigos evangelizadores que nos ajudaram a concretizar esta obra de caridade! Nosso Muito obrigado!

 

 

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Aparecida Amaral

 

 

 

 

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